Inovando conteúdo com um som de primeira! Ipanema Sunset by Henrique Pirai ( New version )
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Bring me sunshine
O Ricardo Murce me mandou essa bela mensagem: Esqueça a crise, maldade e problemas com The Jive Aces - Bring me sunshine...
sábado, 7 de janeiro de 2012
Painel sobre Redes Sociais
Bom painel das iniciativas empresarias nas Redes Sociais, matéria da Globo News.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Top 10 dos livros de Marketing destaca obras digitais
Reproduzo a reportagem do Bruno do Mundo Marketing, com a observaçao de que o assunto Marketing Digital, ganha espaço com varios autores, entre eles o Cláudio Torres e a Marta Gabriel
"Marketing 3.0 – as forças que estão
definindo o novo marketing centrado no ser humano, de Philip Kotler, é o
livro mais lido do ano de acordo com o levantamento do Mundo do
Marketing
Por Bruno Mello, do Mundo do Marketing | 13/12/2011
bruno@mundodomarketing.com.br
Entra ano e sai ano, mudam as tendências, os cenários, os mercados e os
consumidores, mas Philip Kotler continua como o principal formador de
opinião em Marketing. O norte-americano é, pelo quarto ano consecutivo, o
autor da obra mais vendida do segmento. Marketing 3.0 – as forças que
estão definindo o novo marketing centrado no ser humano é o livro mais
lido do ano de acordo com o Top 10 de Livros mais vendidos de Marketing em 2011.
Há, no entanto, uma novidade no levantamento realizado pelo Mundo do Marketing anualmente a partir dos relatórios de vendas das livrarias e e-commerce da Saraiva, Siciliano, Fnac, Submarino, Cultura e Laselva deste ano. Kotler continua soberano, mas não com o clássico Administração de Marketing, desta vez, o segundo livro mais vendido do ano. Esta é apenas a segunda das cinco obras de Kotler no Top 10 de 2011. As outras são Princípios de Marketing, em sétimo lugar, Marketing para o Século XXI, em oitavo, e Marketing de A a Z , em décimo.
A lista deste ano mantém o número de cinco brasileiros entre os mais vendidos autores de Marketing. Quatro deles falam sobre o mercado digital. A Bíblia do Marketing Digital, de Cláudio Torres, está em terceiro lugar entre os livros mais vendidos no Brasil, seguido por A Revolução das Mídias Sociais, de André Telles, em quarto, Os 8 Ps do Marketing Digital, de Conrado Adolpho Vaz, em quinto, Marketing Na Era Digital, de Martha Gabriel, em sexto, e Gestão de Marketing e Comunicação, de Mitsuru Higuchi Yanaze, em nono.
O Top 10 de Livros mais vendidos de Marketing traz duas importantes mudanças em 2011. Pela primeira vez, o Mundo do Marketing considerou o resultado de vendas da Laselva, importante canal de compra entre executivos em viagens pelo Brasil. Outra alteração foi o número de obras analisadas para a formação do ranking. Ao contrário dos anos anteriores, em 2011, os 20 mais vendidos de cada livraria pontuaram para formar o ranking geral.
O resultando do levantamento feito este ano deixa claro a busca dos profissionais para se prepararem diante das transformações do mercado. Se nos anos anteriores o livro mais vendido - Administração de Marketing - conseguia a primeira posição no ranking por ser o mais recomendado pelas faculdades e MBAs, Marketing 3.0 e todas as obras focadas no mercado digital dão a dimensão de que o mundo realmente mudou."
Veja aqui o ranking completo de 2011:
Há, no entanto, uma novidade no levantamento realizado pelo Mundo do Marketing anualmente a partir dos relatórios de vendas das livrarias e e-commerce da Saraiva, Siciliano, Fnac, Submarino, Cultura e Laselva deste ano. Kotler continua soberano, mas não com o clássico Administração de Marketing, desta vez, o segundo livro mais vendido do ano. Esta é apenas a segunda das cinco obras de Kotler no Top 10 de 2011. As outras são Princípios de Marketing, em sétimo lugar, Marketing para o Século XXI, em oitavo, e Marketing de A a Z , em décimo.
A lista deste ano mantém o número de cinco brasileiros entre os mais vendidos autores de Marketing. Quatro deles falam sobre o mercado digital. A Bíblia do Marketing Digital, de Cláudio Torres, está em terceiro lugar entre os livros mais vendidos no Brasil, seguido por A Revolução das Mídias Sociais, de André Telles, em quarto, Os 8 Ps do Marketing Digital, de Conrado Adolpho Vaz, em quinto, Marketing Na Era Digital, de Martha Gabriel, em sexto, e Gestão de Marketing e Comunicação, de Mitsuru Higuchi Yanaze, em nono.
O Top 10 de Livros mais vendidos de Marketing traz duas importantes mudanças em 2011. Pela primeira vez, o Mundo do Marketing considerou o resultado de vendas da Laselva, importante canal de compra entre executivos em viagens pelo Brasil. Outra alteração foi o número de obras analisadas para a formação do ranking. Ao contrário dos anos anteriores, em 2011, os 20 mais vendidos de cada livraria pontuaram para formar o ranking geral.
O resultando do levantamento feito este ano deixa claro a busca dos profissionais para se prepararem diante das transformações do mercado. Se nos anos anteriores o livro mais vendido - Administração de Marketing - conseguia a primeira posição no ranking por ser o mais recomendado pelas faculdades e MBAs, Marketing 3.0 e todas as obras focadas no mercado digital dão a dimensão de que o mundo realmente mudou."
Veja aqui o ranking completo de 2011:
Título
|
Autor
|
Editora
|
|
1
|
Marketing 3.0 - As Forças que Estão Definindo o Novo Marketing Centrado no Ser Humano
|
Philip Kotler
|
Campus Elsevier
|
2
|
Administração de Marketing
|
Philip Kotler
|
Pearson Education
|
3
|
A Bíblia do Marketing Digital
|
Cláudio Torres
|
Novatec
|
4
|
A Revolução das Mídias Sociais
|
André Telles
|
M. Books
|
5
|
Os 8 Ps do Marketing Digital - O Seu Guia Estratégico de Marketing Digital
|
Conrado Adolpho Vaz
|
Novatec
|
6
|
Marketing Na Era Digital - Conceitos, Plataformas e Estratégias
|
Martha Gabriel
|
Novatec
|
7
|
Princípios de Marketing
|
Philip Kotler
|
Pearson
|
8
|
Marketing para o Século XXI - Como Criar , Conquistar e Dominar Mercados
|
Philip Kotler
|
Ediouro
|
9
|
Gestão de Marketing e Comunicação - Avanços e Aplicações
|
Mitsuru Higuchi Yanaze
|
Saraiva
|
10
|
Marketing de A a Z - 80 Conceitos que Todo Profissional Precisa Saber
|
Philip Kotler
|
Campus Elsevier
|
domingo, 4 de dezembro de 2011
Corrupção no governo: Brasil reprovado!
Uma das notas mais baixas do mundo - 3,7 - 67ø lugar no ranking mundial é o triste destaque ao Brasil.
Desde 1995, a Transparência Internacional publica o relatório anual Índice de Percepções de Corrupção (IPC)[1] que ordena os países do mundo de acordo com "o grau em que a corrupção é percebida a existir entre os funcionários públicos e políticos".[2] A organização define a corrupção como "o abuso do poder confiado para fins privados".[3]
A pesquisa de 2003 abrangeu 133 países, a pesquisa de 2007,
180. A maior pontuação significa menos (percepção de) corrupção. Os
resultados mostram que sete de cada dez países (e nove de cada dez países em desenvolvimento) possuem um índice de menos de 5 pontos em 10.
domingo, 6 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
O Verdadeiro Poder da Palavra "Desktop"
Chris Anderson - 27/10/2011 (Editado) - Público
Chris Anderson - 27/10/2011 (Editado) - Público
Eu escrevo muito sobre a "fabricação desktop" e usar outras ferramentas de desktop de fabricação digital, tais como impressoras e scanners 3D, máquinas CNC, cortadores de laser e coisas do gênero. Quando as pessoas ouvem "desktop", eles pensam com razão menor, mais barato e fácil de usar, assim como já fizeram quando ouviram "computador de mesa" ou "impressora de mesa".
Mas, embora todas elas são importantes, eles não são o aspecto realmente transformador do "desktop". O que há de mais importante sobre os desktops é que todos nós temos um.
O fundamental é que "desktop" = "democratizada". Ele coloca as ferramentas de produção que estavam disponíveis apenas para empresas e fábricas para as mãos de pessoas comuns. E o que é importante nisso é que eles vão fazer as coisas da empresas e fábricas não. Assim como a Web não se parece com um jornal, mas sim o que as pessoas queriam regulares, uma vez que tinha seus próprios meios de produção, de modo não a explosão vinda do desktop-fabricados produtos parecem produzidos em massa queridos.
Em suma, o que mais importa é quem o faz, não como. "Desktop" simplesmente se expande esse grupo por ordens de magnitude, e que vem com uma expansão ainda maior nas idéias, criatividade e variedade do que é feito.
Para usar apenas um exemplo do fluxo de hoje: 3D escudos impressos para os caranguejos de eremita, que aparentemente não têm o suficiente da coisa real hoje em dia. Você não vai descobrir que em qualquer prateleira da loja, mas novamente você não precisa de uma prateleira da loja para obter um. Esse é o ponto.
Mas, embora todas elas são importantes, eles não são o aspecto realmente transformador do "desktop". O que há de mais importante sobre os desktops é que todos nós temos um.
O fundamental é que "desktop" = "democratizada". Ele coloca as ferramentas de produção que estavam disponíveis apenas para empresas e fábricas para as mãos de pessoas comuns. E o que é importante nisso é que eles vão fazer as coisas da empresas e fábricas não. Assim como a Web não se parece com um jornal, mas sim o que as pessoas queriam regulares, uma vez que tinha seus próprios meios de produção, de modo não a explosão vinda do desktop-fabricados produtos parecem produzidos em massa queridos.
Em suma, o que mais importa é quem o faz, não como. "Desktop" simplesmente se expande esse grupo por ordens de magnitude, e que vem com uma expansão ainda maior nas idéias, criatividade e variedade do que é feito.
Para usar apenas um exemplo do fluxo de hoje: 3D escudos impressos para os caranguejos de eremita, que aparentemente não têm o suficiente da coisa real hoje em dia. Você não vai descobrir que em qualquer prateleira da loja, mas novamente você não precisa de uma prateleira da loja para obter um. Esse é o ponto.
domingo, 4 de setembro de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Como compras coletivas usam as mídias sociais...
Compras coletivas na mira das campanhas em Mídias Sociais
Nos últimos meses, os sites de compra coletiva viraram modinha na web. São vários os endereços que oferecem descontos de até 90% em produtos e serviços em várias cidades do Brasil e do mundo. De acordo com o Blog do Ecommerce, este serviço nasceu em 2008, nos EUA, através da pioneira GroupOn, presente em 26 países e com expectativa de faturamento anual estimado em US$500 milhões para 2010. Uma estimativa muito interessante, não acham?!
Acreditando que se tratava de uma nova modalidade de compra, resolvi estudar um pouco mais como funcionam esses clubes de compra coletiva e, para minha surpresa, acabei descobrindo que apesar do auxílio e da visibilidade oferecida pela internet, esta é uma das maneiras mais antigas de negociar. A idéia saiu do bom e velho “leve mais e pague menos”, assim como nos saldões de queima de estoque que encontramos no mercado tradicional. O objetivo da compra coletiva é reunir o maior número de pessoas interessadas em um mesmo produto/serviço e oferecer a elas descontos irresistíveis. Com isso, visando a necessidade, bem como, a possibilidade de segmentar o público, não há melhor ferramenta para difundir este negócio que a internet, concordam?
Quem não gosta de ganhar descontos nos melhores restaurantes da cidade, reunir os amigos para um happy hour pagando apenas R$19,90 por 10 chopps ou fazer um tratamento estético para auxiliar no projeto verão 2011 com até 70% de desconto? Adoramos descontos e nosso salário no final do mês agradece, não é mesmo? E, é exatamente assim que se sente grande parte do consumidor final. Seja de que classe for, se A, B, ou C, o desconto sempre atraiu e sempre irá atrair as pessoas, gerando conversa, prospectando a marca em outros meios e ainda proporcionando ao cliente a satisfação de estar adquirindo um produto por um valor inferior ao normal.
Falo por mim quando digo que estes sites viraram mania. Cadastrei meu e-mail em pelo menos quatro clubes de compras diferentes e, logo pela manhã, acesso meu e-mail para saber quais são as ofertas disponíveis. Dependendo da oferta, efetuo a minha compra e ainda dou um jeito de comunicar a toda minha rede de amigos. É ou não é uma bela maneira de viralizar? Replicando esta mensagem, não estou apenas divulgando o site, mas a marca da empresa que está anunciando e o serviço que está sendo ofertado. Todos saem ganhando e a culpa é de quem? Do modo de compatilhamento de informações, das redes sociais.
Chegamos então onde queria. Como nos beneficiar deste modismo em campanhas de Mídias Sociais? Nem tudo pode ser ofertado e nem toda instituição se aplica ao modelo dos sites de compras coletivas. No entanto, se você está realizando um planejamento que envolve difusão da marca, divulgação de produtos e serviços e ainda faz parte de um segmento com grande aceitação do público, está na hora de parar de pensar em promoções através de perfis institucionais no twitter, envolvendo o bom e velho retweet seguidos de sorteios.
Talvez, a grande vantagem de investir em compras coletivas não esteja relacionado ao momento da oferta, mas ao instante posterior, onde o cliente vai até o estabelecimento, conhece o serviço, o atendimento e o produto e passa a recomendar a sua rede de contatos. Ou seja, a empresa ganha visibilidade e prospecção em grande escala.
Vá além
A internet todo dia nos apresenta uma nova ferramenta, uma nova opção para agregar valor ao nosso trabalho, em suma, nas redes sociais. Por aqui, quase tudo muda todos os dias e devemos acompanhar estas mudanças. Se o cliente espera de você o diagnóstico e o planejamento de uma campanha, mostre a ele todas as possibilidades e saiba defender as ações propostas. Pesquise, estude, crie, inove. Os clubes de compra coletiva viraram a cabeça do consumidor, assim como a presença e a usabilidade das redes sociais. Está na hora de aproveitar essa nova onda da web, não perca tempo.
Fonte: Mídia Boom
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Nos últimos meses, os sites de compra coletiva viraram modinha na web. São vários os endereços que oferecem descontos de até 90% em produtos e serviços em várias cidades do Brasil e do mundo. De acordo com o Blog do Ecommerce, este serviço nasceu em 2008, nos EUA, através da pioneira GroupOn, presente em 26 países e com expectativa de faturamento anual estimado em US$500 milhões para 2010. Uma estimativa muito interessante, não acham?!
Acreditando que se tratava de uma nova modalidade de compra, resolvi estudar um pouco mais como funcionam esses clubes de compra coletiva e, para minha surpresa, acabei descobrindo que apesar do auxílio e da visibilidade oferecida pela internet, esta é uma das maneiras mais antigas de negociar. A idéia saiu do bom e velho “leve mais e pague menos”, assim como nos saldões de queima de estoque que encontramos no mercado tradicional. O objetivo da compra coletiva é reunir o maior número de pessoas interessadas em um mesmo produto/serviço e oferecer a elas descontos irresistíveis. Com isso, visando a necessidade, bem como, a possibilidade de segmentar o público, não há melhor ferramenta para difundir este negócio que a internet, concordam?
Quem não gosta de ganhar descontos nos melhores restaurantes da cidade, reunir os amigos para um happy hour pagando apenas R$19,90 por 10 chopps ou fazer um tratamento estético para auxiliar no projeto verão 2011 com até 70% de desconto? Adoramos descontos e nosso salário no final do mês agradece, não é mesmo? E, é exatamente assim que se sente grande parte do consumidor final. Seja de que classe for, se A, B, ou C, o desconto sempre atraiu e sempre irá atrair as pessoas, gerando conversa, prospectando a marca em outros meios e ainda proporcionando ao cliente a satisfação de estar adquirindo um produto por um valor inferior ao normal.
Falo por mim quando digo que estes sites viraram mania. Cadastrei meu e-mail em pelo menos quatro clubes de compras diferentes e, logo pela manhã, acesso meu e-mail para saber quais são as ofertas disponíveis. Dependendo da oferta, efetuo a minha compra e ainda dou um jeito de comunicar a toda minha rede de amigos. É ou não é uma bela maneira de viralizar? Replicando esta mensagem, não estou apenas divulgando o site, mas a marca da empresa que está anunciando e o serviço que está sendo ofertado. Todos saem ganhando e a culpa é de quem? Do modo de compatilhamento de informações, das redes sociais.
Chegamos então onde queria. Como nos beneficiar deste modismo em campanhas de Mídias Sociais? Nem tudo pode ser ofertado e nem toda instituição se aplica ao modelo dos sites de compras coletivas. No entanto, se você está realizando um planejamento que envolve difusão da marca, divulgação de produtos e serviços e ainda faz parte de um segmento com grande aceitação do público, está na hora de parar de pensar em promoções através de perfis institucionais no twitter, envolvendo o bom e velho retweet seguidos de sorteios.
Talvez, a grande vantagem de investir em compras coletivas não esteja relacionado ao momento da oferta, mas ao instante posterior, onde o cliente vai até o estabelecimento, conhece o serviço, o atendimento e o produto e passa a recomendar a sua rede de contatos. Ou seja, a empresa ganha visibilidade e prospecção em grande escala.
Vá além
A internet todo dia nos apresenta uma nova ferramenta, uma nova opção para agregar valor ao nosso trabalho, em suma, nas redes sociais. Por aqui, quase tudo muda todos os dias e devemos acompanhar estas mudanças. Se o cliente espera de você o diagnóstico e o planejamento de uma campanha, mostre a ele todas as possibilidades e saiba defender as ações propostas. Pesquise, estude, crie, inove. Os clubes de compra coletiva viraram a cabeça do consumidor, assim como a presença e a usabilidade das redes sociais. Está na hora de aproveitar essa nova onda da web, não perca tempo.
Fonte: Mídia Boom
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sexta-feira, 29 de julho de 2011
Brasileiro é o que mais lê jornais por tablets
ANJ quer unificar presença dos jornais brasileiros no iPad
jul 29th, 2011 @ 12:15 pm › Cauê Gomes
A Associação Nacional de Jornais (ANJ) iniciou nesta semana uma discussão para determinar a validade de uma loja virtual que reúna a versão para tablet de todos os jornais brasileiros.
Até o momento, cada jornal comercializa seu próprio aplicativo na Apple App Store e é obrigada a pagar 30% da receita obtida para a empresa de Steve Jobs.
O projeto deve ser concretizado até o final do ano, de acordo com o presidente do grupo Lance!, Walter Mattor Jr, e pode incluir revistas mensais e semanais.
Além da receita com pacotes de assinatura e venda de exemplares avulsos, haverá também receita publicitária oriunda dos banners, compartilhada com todos os veículos.
País é líder
O usuário brasileiro de tablet e smartphone já é o que mais lê jornais utilizando estes dispositivos, de acordo com estudo divulgado pela empresa americana comScore, em junho.
O tráfego por notícias é liderado pelos iPads com 31.8%, seguido pelo iPhone com 21%. A pesquisa ainda ressalta que os que acessam conteúdo de jornalismo utilizando estes aparelhos são aproximadamente duas vezes mais do que quem busca este mesmo conteúdo nos PCs.
Siga os posts do Mobilepedia no Twitter de Marcelo Castelo
jul 29th, 2011 @ 12:15 pm › Cauê Gomes
A Associação Nacional de Jornais (ANJ) iniciou nesta semana uma discussão para determinar a validade de uma loja virtual que reúna a versão para tablet de todos os jornais brasileiros.
Até o momento, cada jornal comercializa seu próprio aplicativo na Apple App Store e é obrigada a pagar 30% da receita obtida para a empresa de Steve Jobs.
O projeto deve ser concretizado até o final do ano, de acordo com o presidente do grupo Lance!, Walter Mattor Jr, e pode incluir revistas mensais e semanais.
Além da receita com pacotes de assinatura e venda de exemplares avulsos, haverá também receita publicitária oriunda dos banners, compartilhada com todos os veículos.
País é líder
O usuário brasileiro de tablet e smartphone já é o que mais lê jornais utilizando estes dispositivos, de acordo com estudo divulgado pela empresa americana comScore, em junho.
O tráfego por notícias é liderado pelos iPads com 31.8%, seguido pelo iPhone com 21%. A pesquisa ainda ressalta que os que acessam conteúdo de jornalismo utilizando estes aparelhos são aproximadamente duas vezes mais do que quem busca este mesmo conteúdo nos PCs.
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domingo, 10 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
Futuro on line
Feiras on line? Duvida de mais alguma coisa que você não havia pensado ?
http://blogprnewswire.com/2011/07/01/eventos-online-voce-esta-preparado-para-eles/
Fernando Flessati
(021)9704-8109
Enviado via iPad
sábado, 2 de julho de 2011
RF e Nike: show
O novo email
Alguns dados, entre os revelados pelo blog Marketing Now sobre o comportamento dos jovens em relação aos emails apontam para uma tendencia: o email vem sendo abandonado no segmento dos teens, jovens com 14 a 18 anos. Já os seniores, cidadãos com 65 ou mais anos, o uso do email cresceu 28%, enquanto que entre os “teens” jovens entre 14 e 18 anos, a queda foi de 59%. A resposta para o comportamento dos jovens: é o email não interaje rapidamente, quanto o MSN. Não tem velocidade, a moeda dos dias atuais.
sábado, 25 de junho de 2011
Quem tem mêdo das redes sociais?
No bom artigo abaixo, os exemplos mostram e inspiram as empresas a se engajarem no marketing digital, através das mídias sociais:
Crowdsourcing se consolida na construção de marcas e projetos
Não faltam cases de empresas que convocam os consumidores par opinar e decidir sobre suas ações ou produtos
20 de Junho de 2011
Por Antonio Carlos SantomauroEles inicialmente engajaram-se no desenvolvimento de tecnologia - por exemplo, nos softwares com código aberto -, e em conteúdos amplos, como a Wikipedia. Depois, os usuários das mídias digitais foram convidados a auxiliar na construção de produtos mais elaborados, como automóveis, e agora participam também da formatação de artigos bastante prosaicos, como salgadinhos e barras de cereais.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
93% dos marketeiros usam a mídia social
Part of the world's most watched Social Media video series; "Social Media Revolution" by Erik Qualman. Based on #1 International Best Selling Book Socialnomics by Erik Qualman. This is a shorter version that includes new social media statistics for 2011.Com todas as informações da Rede.
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terça-feira, 21 de junho de 2011
Você está programando o celular como midia?
Poucas agências e empresas estão considerando o celular como midia e excelente forma de comunicação. Este video, desenvolvido pelo time de mobile do Google apresenta os números desse device.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
CRIS & MARCIO BISCUIT
Novidade na nuvem. Novo site fala sobre biscuit, aquela lembrancinha que você leva ao sair de uma festa. Logo depois do cafezinho, sirva-se de um raro biscuit da artesã e designer Cris! Confira http://cmrbiscuit.no.comunidades.net/index.php
Fernando Flessati
(021)9704-8109
Enviado via iPad
domingo, 12 de junho de 2011
sábado, 11 de junho de 2011
teste 1
Mobile Marketing NOW!
Amigos, por um acaso viveram recentemente a experiência de esquecer, ainda que por apenas alguns minutos ou horas o celular em algum lugar?
Terrível né? No meu caso é bem pior que terrível. Meu celular é o meu relógio, o meu despertador, o meu acesso às redes sociais, minha primeira fonte de acesso aos e-mails, meus contatos, fotos e filmes da minha família, diversão dos filhos, seja através dos aplicativos, seja através do Backyardigans ou do Luan Santana no YouTube, ah, e o meu telefone.
Terrível né? No meu caso é bem pior que terrível. Meu celular é o meu relógio, o meu despertador, o meu acesso às redes sociais, minha primeira fonte de acesso aos e-mails, meus contatos, fotos e filmes da minha família, diversão dos filhos, seja através dos aplicativos, seja através do Backyardigans ou do Luan Santana no YouTube, ah, e o meu telefone.
domingo, 5 de junho de 2011
Apostando em Rede Social
"Eu posto, tu postas..e eles postam." Com essa filosofia nos propusemos ao lançamento de um curso inovador e popular que ajudasse as pessoas a se engajarem no fenômeno Redes de Comunicaçao Social, num dos veiculos mais democráticos e livres do mundo, a WEB. Mais 200 pessoas em todo o Brasil já compartilharam este curso. Na sua grande maioria, alunos, jornalistas, assessores de comunicação, administradores, profissionais de marketing, executivos, professores, engenheiros, pessoal de TI, advogados de varias tribos cursaram uma das 8 edições do programa.
Muitos hoje aplicam seus conhecimentos na Internet e apostam na microblogagem.
Muitos hoje aplicam seus conhecimentos na Internet e apostam na microblogagem.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Marketing Esportivo no Rio Olimpico
Marketing Esportivo no Rio Olimpico e Desafios da Cobertura On Line são temas na UniverCidade
A UniverCidade recebe o jornalista esportivo do Jornal O Globo, Claudio Nogueira, da Editoria de Esportes para ministrar palestra a alunos de Gestão de Negócios da Comunicação, no dia 6 de junho, às 19h10, na Unidade Ipanema. Cláudio falará sobre "Marketing Esportivo no Rio Olímpico". Nogueira é formado em Comunicação Social - Jornalismo pela UniverCidade.
sábado, 14 de maio de 2011
Digitalização e relacionamento
Marcas vão virar redes de comunicação.
Segundo dia do Festival de Mídia, em Montreux
Marcas buscam redes diretas de relacionamento. A temperatura (finalmente) subiu na Suiça. Não lá fora, onde o sol que não queima, mas apenas marca sua leve presença enquanto os Alpes Suiços observam a calmaria permanente do Lado Genebra, em Montreux. Mas aqui dentro do palais oficial do evento, o 2mc2 Conference Centre. Aqui dentro, o bicho pegou. Vou citar algumas frases que ouvimos aqui hoje e que certamente marcaram a audiência."Marcas se transformarão em networks", dita pelo consultor Daniel Neely, fundador e CEO da Networked Insights. Vou explicar o contexto. Toda a apresentação de Neely focou no seguinte ponto: as marcas vão cada vez mais criar seus próprios conteúdos e caberá aos publishers aproveitar a oportunidade para oferecer a elas seu melhor conteúdo customizado, já que elas estão indo em busca de sua própria produção, com publishers ou sem publishers.
Aí você pensa, bobagem, isso está longe de acontecer.Segue-se a frase de Brian Wallace, VP Digital Marketing & Media da RIM (leia-se Blackberry): "Eu tenho minha própria network. Acesso 27 milhões de pessoas agora, se quiser". Ele está se referindo à rede de usuários RIM de todo o mundo, que está em suas mãos, via acesso digital (seja através de seus próprios aparelhos, seja via redes sociais, blogs, etc.).Wow! E os veículos de comunicação, vão ficar onde nessa brincadeira?Bom, como disse, ninguém estava ali para aliviar nada. Sobrou para as agências também.Carolyn Everson, Global Sales Diretor do Facebook, mandou: "A estrutura departamentalizada das agências deve morrer em breve. Os silos vão ruir. Não há mais como sustentar um modelo que não reflete a realidade integrada e sinérgica dos consumidores". Carolyn fala de carteirinha, pois trabalhou anos em veículos de comunicação, lidando diretamente com agências, antes de desembarcar no Facebook.Aí você pensa: "Mais que importância tem essa afirmação. Vem do Facebook, ora, ora!".Pois aí vem outra afirmação, esta do Michael Donnelly, Group Director WorldWide Interactive Marketing da Coca-Cola. Um anunciante, pois não. Ele mandou: "A Carolyn está errada. Não é que essas estruturas ainda vão morrer, elas já morreram".Wow, de novo!Aí você imagina que as agências presentes se levantaram e foram embora. Ou fizeram um motim. Nada, nem um suspiro.Talvez porque imaginem que essas são de fato duras verdades do seu futuro, logo ali na frente. Ou porque não sabem, de fato, como contra-argumentar diante de tais argumentos.Da plateia veio outra bomba. Um membro da audiência mandou: "Vocês não acham que os indicadores como CPM e impressões estão arcaicos?".No palco, ninguém discordou, ao contrário, houve apenas cumplicidade. E um desejo comum de que novos indicadores, que mensurem engajamento e eficácia da comunicação nas redes sociais, apareça logo, já que até agora, só existem alguns esboços.Outro dado no mínimo interessante foi dado por Brian, da RIM: ele investe 80% de sua verba mundial no digital e não entende porque os outros anunciantes não fazem o mesmo. Chamou a divisão do bolo publicitário, em que as mídias tradicionais, notadamente a TV, ficam com o filezão, de um contrassenso. E foi mais adiante, dizendo que talvez parte do mercado tenha que de fato se aposentar, para que o mundo da comunicação e do marketing avance. Inclusive alguns presentes, acusou.Aí você imagina...bom, alguém subiu no palco para agredir o cara. Ninguém, nada.Foi uma manhã quente, na aprazível e sossegada vila de Montreux. Muitas verdades foram ditas. Food for thought.Aí você pensa: "Que nada, isso é realidade só deles lá, coisa de país desenvolvido". Aí, sou eu quem te digo: acorda, coração! Depois de um primeiro dia modorrento, como as tardezinhas da cidade, hoje o evento chacoalhou nossas mentes e mostrou a que veio.Por Pyr Marcondes, direto de Montreux, Suiça
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Jobs e o mouse
Reza a lenda que Steve Jobs teve a idéia do mouse moderno depois de visitar a Xerox PARC, em 1979. Dean Hovey, da IDEO descreveu este momento mágico em que seria apresentado à idéia que revolucionou a informática e as nossas vidas:
-"Ele trouxe um saco de plástico grande, cheio de artefatos, diagramas rabiscado em papel pautado, dezenas de conchas de diferentes tamanhos de mouse de plástico, um carretel de fio de guitarra, um conjunto pequeno de rodas de um trem de brinquedo, e a tampa de metal a partir de um pote de conserva de Ralf.
Ele virou a tampa, preencheu com uma substância waxlike, no meio do qual deixou um espaço arredondado, na forma de uma pequena bola. Jobs explicou "É resina epóxi elenco", você vai derrama-la, e em seguida colocamos vaselina em uma esfera de aço liso, para molda-la na resina formando a famosa trackball. "Enfiou a bola de aço sob a tampa e rolou a invenção sobre a mesa. "É uma espécie de mouse." Era o mouse! da apple.
Ele virou a tampa, preencheu com uma substância waxlike, no meio do qual deixou um espaço arredondado, na forma de uma pequena bola. Jobs explicou "É resina epóxi elenco", você vai derrama-la, e em seguida colocamos vaselina em uma esfera de aço liso, para molda-la na resina formando a famosa trackball. "Enfiou a bola de aço sob a tampa e rolou a invenção sobre a mesa. "É uma espécie de mouse." Era o mouse! da apple.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Mais profissionais cursaram o 7 Curso de Rede Social
Mais um grupo de trinta jovens se qualificaram, compartilharam experiências e conhecimento no Curso de Rede Social, na sua sétima etapa, dentro dos laboratórios de informática, na Extensão da Univer Cidade.
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