domingo, 4 de setembro de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Como compras coletivas usam as mídias sociais...
Compras coletivas na mira das campanhas em Mídias Sociais
Nos últimos meses, os sites de compra coletiva viraram modinha na web. São vários os endereços que oferecem descontos de até 90% em produtos e serviços em várias cidades do Brasil e do mundo. De acordo com o Blog do Ecommerce, este serviço nasceu em 2008, nos EUA, através da pioneira GroupOn, presente em 26 países e com expectativa de faturamento anual estimado em US$500 milhões para 2010. Uma estimativa muito interessante, não acham?!
Acreditando que se tratava de uma nova modalidade de compra, resolvi estudar um pouco mais como funcionam esses clubes de compra coletiva e, para minha surpresa, acabei descobrindo que apesar do auxílio e da visibilidade oferecida pela internet, esta é uma das maneiras mais antigas de negociar. A idéia saiu do bom e velho “leve mais e pague menos”, assim como nos saldões de queima de estoque que encontramos no mercado tradicional. O objetivo da compra coletiva é reunir o maior número de pessoas interessadas em um mesmo produto/serviço e oferecer a elas descontos irresistíveis. Com isso, visando a necessidade, bem como, a possibilidade de segmentar o público, não há melhor ferramenta para difundir este negócio que a internet, concordam?
Quem não gosta de ganhar descontos nos melhores restaurantes da cidade, reunir os amigos para um happy hour pagando apenas R$19,90 por 10 chopps ou fazer um tratamento estético para auxiliar no projeto verão 2011 com até 70% de desconto? Adoramos descontos e nosso salário no final do mês agradece, não é mesmo? E, é exatamente assim que se sente grande parte do consumidor final. Seja de que classe for, se A, B, ou C, o desconto sempre atraiu e sempre irá atrair as pessoas, gerando conversa, prospectando a marca em outros meios e ainda proporcionando ao cliente a satisfação de estar adquirindo um produto por um valor inferior ao normal.
Falo por mim quando digo que estes sites viraram mania. Cadastrei meu e-mail em pelo menos quatro clubes de compras diferentes e, logo pela manhã, acesso meu e-mail para saber quais são as ofertas disponíveis. Dependendo da oferta, efetuo a minha compra e ainda dou um jeito de comunicar a toda minha rede de amigos. É ou não é uma bela maneira de viralizar? Replicando esta mensagem, não estou apenas divulgando o site, mas a marca da empresa que está anunciando e o serviço que está sendo ofertado. Todos saem ganhando e a culpa é de quem? Do modo de compatilhamento de informações, das redes sociais.
Chegamos então onde queria. Como nos beneficiar deste modismo em campanhas de Mídias Sociais? Nem tudo pode ser ofertado e nem toda instituição se aplica ao modelo dos sites de compras coletivas. No entanto, se você está realizando um planejamento que envolve difusão da marca, divulgação de produtos e serviços e ainda faz parte de um segmento com grande aceitação do público, está na hora de parar de pensar em promoções através de perfis institucionais no twitter, envolvendo o bom e velho retweet seguidos de sorteios.
Talvez, a grande vantagem de investir em compras coletivas não esteja relacionado ao momento da oferta, mas ao instante posterior, onde o cliente vai até o estabelecimento, conhece o serviço, o atendimento e o produto e passa a recomendar a sua rede de contatos. Ou seja, a empresa ganha visibilidade e prospecção em grande escala.
Vá além
A internet todo dia nos apresenta uma nova ferramenta, uma nova opção para agregar valor ao nosso trabalho, em suma, nas redes sociais. Por aqui, quase tudo muda todos os dias e devemos acompanhar estas mudanças. Se o cliente espera de você o diagnóstico e o planejamento de uma campanha, mostre a ele todas as possibilidades e saiba defender as ações propostas. Pesquise, estude, crie, inove. Os clubes de compra coletiva viraram a cabeça do consumidor, assim como a presença e a usabilidade das redes sociais. Está na hora de aproveitar essa nova onda da web, não perca tempo.
Fonte: Mídia Boom
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Nos últimos meses, os sites de compra coletiva viraram modinha na web. São vários os endereços que oferecem descontos de até 90% em produtos e serviços em várias cidades do Brasil e do mundo. De acordo com o Blog do Ecommerce, este serviço nasceu em 2008, nos EUA, através da pioneira GroupOn, presente em 26 países e com expectativa de faturamento anual estimado em US$500 milhões para 2010. Uma estimativa muito interessante, não acham?!
Acreditando que se tratava de uma nova modalidade de compra, resolvi estudar um pouco mais como funcionam esses clubes de compra coletiva e, para minha surpresa, acabei descobrindo que apesar do auxílio e da visibilidade oferecida pela internet, esta é uma das maneiras mais antigas de negociar. A idéia saiu do bom e velho “leve mais e pague menos”, assim como nos saldões de queima de estoque que encontramos no mercado tradicional. O objetivo da compra coletiva é reunir o maior número de pessoas interessadas em um mesmo produto/serviço e oferecer a elas descontos irresistíveis. Com isso, visando a necessidade, bem como, a possibilidade de segmentar o público, não há melhor ferramenta para difundir este negócio que a internet, concordam?
Quem não gosta de ganhar descontos nos melhores restaurantes da cidade, reunir os amigos para um happy hour pagando apenas R$19,90 por 10 chopps ou fazer um tratamento estético para auxiliar no projeto verão 2011 com até 70% de desconto? Adoramos descontos e nosso salário no final do mês agradece, não é mesmo? E, é exatamente assim que se sente grande parte do consumidor final. Seja de que classe for, se A, B, ou C, o desconto sempre atraiu e sempre irá atrair as pessoas, gerando conversa, prospectando a marca em outros meios e ainda proporcionando ao cliente a satisfação de estar adquirindo um produto por um valor inferior ao normal.
Falo por mim quando digo que estes sites viraram mania. Cadastrei meu e-mail em pelo menos quatro clubes de compras diferentes e, logo pela manhã, acesso meu e-mail para saber quais são as ofertas disponíveis. Dependendo da oferta, efetuo a minha compra e ainda dou um jeito de comunicar a toda minha rede de amigos. É ou não é uma bela maneira de viralizar? Replicando esta mensagem, não estou apenas divulgando o site, mas a marca da empresa que está anunciando e o serviço que está sendo ofertado. Todos saem ganhando e a culpa é de quem? Do modo de compatilhamento de informações, das redes sociais.
Chegamos então onde queria. Como nos beneficiar deste modismo em campanhas de Mídias Sociais? Nem tudo pode ser ofertado e nem toda instituição se aplica ao modelo dos sites de compras coletivas. No entanto, se você está realizando um planejamento que envolve difusão da marca, divulgação de produtos e serviços e ainda faz parte de um segmento com grande aceitação do público, está na hora de parar de pensar em promoções através de perfis institucionais no twitter, envolvendo o bom e velho retweet seguidos de sorteios.
Talvez, a grande vantagem de investir em compras coletivas não esteja relacionado ao momento da oferta, mas ao instante posterior, onde o cliente vai até o estabelecimento, conhece o serviço, o atendimento e o produto e passa a recomendar a sua rede de contatos. Ou seja, a empresa ganha visibilidade e prospecção em grande escala.
Vá além
A internet todo dia nos apresenta uma nova ferramenta, uma nova opção para agregar valor ao nosso trabalho, em suma, nas redes sociais. Por aqui, quase tudo muda todos os dias e devemos acompanhar estas mudanças. Se o cliente espera de você o diagnóstico e o planejamento de uma campanha, mostre a ele todas as possibilidades e saiba defender as ações propostas. Pesquise, estude, crie, inove. Os clubes de compra coletiva viraram a cabeça do consumidor, assim como a presença e a usabilidade das redes sociais. Está na hora de aproveitar essa nova onda da web, não perca tempo.
Fonte: Mídia Boom
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sexta-feira, 29 de julho de 2011
Brasileiro é o que mais lê jornais por tablets
ANJ quer unificar presença dos jornais brasileiros no iPad
jul 29th, 2011 @ 12:15 pm › Cauê Gomes
A Associação Nacional de Jornais (ANJ) iniciou nesta semana uma discussão para determinar a validade de uma loja virtual que reúna a versão para tablet de todos os jornais brasileiros.
Até o momento, cada jornal comercializa seu próprio aplicativo na Apple App Store e é obrigada a pagar 30% da receita obtida para a empresa de Steve Jobs.
O projeto deve ser concretizado até o final do ano, de acordo com o presidente do grupo Lance!, Walter Mattor Jr, e pode incluir revistas mensais e semanais.
Além da receita com pacotes de assinatura e venda de exemplares avulsos, haverá também receita publicitária oriunda dos banners, compartilhada com todos os veículos.
País é líder
O usuário brasileiro de tablet e smartphone já é o que mais lê jornais utilizando estes dispositivos, de acordo com estudo divulgado pela empresa americana comScore, em junho.
O tráfego por notícias é liderado pelos iPads com 31.8%, seguido pelo iPhone com 21%. A pesquisa ainda ressalta que os que acessam conteúdo de jornalismo utilizando estes aparelhos são aproximadamente duas vezes mais do que quem busca este mesmo conteúdo nos PCs.
Siga os posts do Mobilepedia no Twitter de Marcelo Castelo
jul 29th, 2011 @ 12:15 pm › Cauê Gomes
A Associação Nacional de Jornais (ANJ) iniciou nesta semana uma discussão para determinar a validade de uma loja virtual que reúna a versão para tablet de todos os jornais brasileiros.
Até o momento, cada jornal comercializa seu próprio aplicativo na Apple App Store e é obrigada a pagar 30% da receita obtida para a empresa de Steve Jobs.
O projeto deve ser concretizado até o final do ano, de acordo com o presidente do grupo Lance!, Walter Mattor Jr, e pode incluir revistas mensais e semanais.
Além da receita com pacotes de assinatura e venda de exemplares avulsos, haverá também receita publicitária oriunda dos banners, compartilhada com todos os veículos.
País é líder
O usuário brasileiro de tablet e smartphone já é o que mais lê jornais utilizando estes dispositivos, de acordo com estudo divulgado pela empresa americana comScore, em junho.
O tráfego por notícias é liderado pelos iPads com 31.8%, seguido pelo iPhone com 21%. A pesquisa ainda ressalta que os que acessam conteúdo de jornalismo utilizando estes aparelhos são aproximadamente duas vezes mais do que quem busca este mesmo conteúdo nos PCs.
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domingo, 10 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
Futuro on line
Feiras on line? Duvida de mais alguma coisa que você não havia pensado ?
http://blogprnewswire.com/2011/07/01/eventos-online-voce-esta-preparado-para-eles/
Fernando Flessati
(021)9704-8109
Enviado via iPad
sábado, 2 de julho de 2011
RF e Nike: show
O novo email
Alguns dados, entre os revelados pelo blog Marketing Now sobre o comportamento dos jovens em relação aos emails apontam para uma tendencia: o email vem sendo abandonado no segmento dos teens, jovens com 14 a 18 anos. Já os seniores, cidadãos com 65 ou mais anos, o uso do email cresceu 28%, enquanto que entre os “teens” jovens entre 14 e 18 anos, a queda foi de 59%. A resposta para o comportamento dos jovens: é o email não interaje rapidamente, quanto o MSN. Não tem velocidade, a moeda dos dias atuais.
sábado, 25 de junho de 2011
Quem tem mêdo das redes sociais?
No bom artigo abaixo, os exemplos mostram e inspiram as empresas a se engajarem no marketing digital, através das mídias sociais:
Crowdsourcing se consolida na construção de marcas e projetos
Não faltam cases de empresas que convocam os consumidores par opinar e decidir sobre suas ações ou produtos
20 de Junho de 2011
Por Antonio Carlos SantomauroEles inicialmente engajaram-se no desenvolvimento de tecnologia - por exemplo, nos softwares com código aberto -, e em conteúdos amplos, como a Wikipedia. Depois, os usuários das mídias digitais foram convidados a auxiliar na construção de produtos mais elaborados, como automóveis, e agora participam também da formatação de artigos bastante prosaicos, como salgadinhos e barras de cereais.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
93% dos marketeiros usam a mídia social
Part of the world's most watched Social Media video series; "Social Media Revolution" by Erik Qualman. Based on #1 International Best Selling Book Socialnomics by Erik Qualman. This is a shorter version that includes new social media statistics for 2011.Com todas as informações da Rede.
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terça-feira, 21 de junho de 2011
Você está programando o celular como midia?
Poucas agências e empresas estão considerando o celular como midia e excelente forma de comunicação. Este video, desenvolvido pelo time de mobile do Google apresenta os números desse device.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
CRIS & MARCIO BISCUIT
Novidade na nuvem. Novo site fala sobre biscuit, aquela lembrancinha que você leva ao sair de uma festa. Logo depois do cafezinho, sirva-se de um raro biscuit da artesã e designer Cris! Confira http://cmrbiscuit.no.comunidades.net/index.php
Fernando Flessati
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Enviado via iPad
domingo, 12 de junho de 2011
sábado, 11 de junho de 2011
teste 1
Mobile Marketing NOW!
Amigos, por um acaso viveram recentemente a experiência de esquecer, ainda que por apenas alguns minutos ou horas o celular em algum lugar?
Terrível né? No meu caso é bem pior que terrível. Meu celular é o meu relógio, o meu despertador, o meu acesso às redes sociais, minha primeira fonte de acesso aos e-mails, meus contatos, fotos e filmes da minha família, diversão dos filhos, seja através dos aplicativos, seja através do Backyardigans ou do Luan Santana no YouTube, ah, e o meu telefone.
Terrível né? No meu caso é bem pior que terrível. Meu celular é o meu relógio, o meu despertador, o meu acesso às redes sociais, minha primeira fonte de acesso aos e-mails, meus contatos, fotos e filmes da minha família, diversão dos filhos, seja através dos aplicativos, seja através do Backyardigans ou do Luan Santana no YouTube, ah, e o meu telefone.
domingo, 5 de junho de 2011
Apostando em Rede Social
"Eu posto, tu postas..e eles postam." Com essa filosofia nos propusemos ao lançamento de um curso inovador e popular que ajudasse as pessoas a se engajarem no fenômeno Redes de Comunicaçao Social, num dos veiculos mais democráticos e livres do mundo, a WEB. Mais 200 pessoas em todo o Brasil já compartilharam este curso. Na sua grande maioria, alunos, jornalistas, assessores de comunicação, administradores, profissionais de marketing, executivos, professores, engenheiros, pessoal de TI, advogados de varias tribos cursaram uma das 8 edições do programa.
Muitos hoje aplicam seus conhecimentos na Internet e apostam na microblogagem.
Muitos hoje aplicam seus conhecimentos na Internet e apostam na microblogagem.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Marketing Esportivo no Rio Olimpico
Marketing Esportivo no Rio Olimpico e Desafios da Cobertura On Line são temas na UniverCidade
A UniverCidade recebe o jornalista esportivo do Jornal O Globo, Claudio Nogueira, da Editoria de Esportes para ministrar palestra a alunos de Gestão de Negócios da Comunicação, no dia 6 de junho, às 19h10, na Unidade Ipanema. Cláudio falará sobre "Marketing Esportivo no Rio Olímpico". Nogueira é formado em Comunicação Social - Jornalismo pela UniverCidade.
sábado, 14 de maio de 2011
Digitalização e relacionamento
Marcas vão virar redes de comunicação.
Segundo dia do Festival de Mídia, em Montreux
Marcas buscam redes diretas de relacionamento. A temperatura (finalmente) subiu na Suiça. Não lá fora, onde o sol que não queima, mas apenas marca sua leve presença enquanto os Alpes Suiços observam a calmaria permanente do Lado Genebra, em Montreux. Mas aqui dentro do palais oficial do evento, o 2mc2 Conference Centre. Aqui dentro, o bicho pegou. Vou citar algumas frases que ouvimos aqui hoje e que certamente marcaram a audiência."Marcas se transformarão em networks", dita pelo consultor Daniel Neely, fundador e CEO da Networked Insights. Vou explicar o contexto. Toda a apresentação de Neely focou no seguinte ponto: as marcas vão cada vez mais criar seus próprios conteúdos e caberá aos publishers aproveitar a oportunidade para oferecer a elas seu melhor conteúdo customizado, já que elas estão indo em busca de sua própria produção, com publishers ou sem publishers.
Aí você pensa, bobagem, isso está longe de acontecer.Segue-se a frase de Brian Wallace, VP Digital Marketing & Media da RIM (leia-se Blackberry): "Eu tenho minha própria network. Acesso 27 milhões de pessoas agora, se quiser". Ele está se referindo à rede de usuários RIM de todo o mundo, que está em suas mãos, via acesso digital (seja através de seus próprios aparelhos, seja via redes sociais, blogs, etc.).Wow! E os veículos de comunicação, vão ficar onde nessa brincadeira?Bom, como disse, ninguém estava ali para aliviar nada. Sobrou para as agências também.Carolyn Everson, Global Sales Diretor do Facebook, mandou: "A estrutura departamentalizada das agências deve morrer em breve. Os silos vão ruir. Não há mais como sustentar um modelo que não reflete a realidade integrada e sinérgica dos consumidores". Carolyn fala de carteirinha, pois trabalhou anos em veículos de comunicação, lidando diretamente com agências, antes de desembarcar no Facebook.Aí você pensa: "Mais que importância tem essa afirmação. Vem do Facebook, ora, ora!".Pois aí vem outra afirmação, esta do Michael Donnelly, Group Director WorldWide Interactive Marketing da Coca-Cola. Um anunciante, pois não. Ele mandou: "A Carolyn está errada. Não é que essas estruturas ainda vão morrer, elas já morreram".Wow, de novo!Aí você imagina que as agências presentes se levantaram e foram embora. Ou fizeram um motim. Nada, nem um suspiro.Talvez porque imaginem que essas são de fato duras verdades do seu futuro, logo ali na frente. Ou porque não sabem, de fato, como contra-argumentar diante de tais argumentos.Da plateia veio outra bomba. Um membro da audiência mandou: "Vocês não acham que os indicadores como CPM e impressões estão arcaicos?".No palco, ninguém discordou, ao contrário, houve apenas cumplicidade. E um desejo comum de que novos indicadores, que mensurem engajamento e eficácia da comunicação nas redes sociais, apareça logo, já que até agora, só existem alguns esboços.Outro dado no mínimo interessante foi dado por Brian, da RIM: ele investe 80% de sua verba mundial no digital e não entende porque os outros anunciantes não fazem o mesmo. Chamou a divisão do bolo publicitário, em que as mídias tradicionais, notadamente a TV, ficam com o filezão, de um contrassenso. E foi mais adiante, dizendo que talvez parte do mercado tenha que de fato se aposentar, para que o mundo da comunicação e do marketing avance. Inclusive alguns presentes, acusou.Aí você imagina...bom, alguém subiu no palco para agredir o cara. Ninguém, nada.Foi uma manhã quente, na aprazível e sossegada vila de Montreux. Muitas verdades foram ditas. Food for thought.Aí você pensa: "Que nada, isso é realidade só deles lá, coisa de país desenvolvido". Aí, sou eu quem te digo: acorda, coração! Depois de um primeiro dia modorrento, como as tardezinhas da cidade, hoje o evento chacoalhou nossas mentes e mostrou a que veio.Por Pyr Marcondes, direto de Montreux, Suiça
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Jobs e o mouse
Reza a lenda que Steve Jobs teve a idéia do mouse moderno depois de visitar a Xerox PARC, em 1979. Dean Hovey, da IDEO descreveu este momento mágico em que seria apresentado à idéia que revolucionou a informática e as nossas vidas:
-"Ele trouxe um saco de plástico grande, cheio de artefatos, diagramas rabiscado em papel pautado, dezenas de conchas de diferentes tamanhos de mouse de plástico, um carretel de fio de guitarra, um conjunto pequeno de rodas de um trem de brinquedo, e a tampa de metal a partir de um pote de conserva de Ralf.
Ele virou a tampa, preencheu com uma substância waxlike, no meio do qual deixou um espaço arredondado, na forma de uma pequena bola. Jobs explicou "É resina epóxi elenco", você vai derrama-la, e em seguida colocamos vaselina em uma esfera de aço liso, para molda-la na resina formando a famosa trackball. "Enfiou a bola de aço sob a tampa e rolou a invenção sobre a mesa. "É uma espécie de mouse." Era o mouse! da apple.
Ele virou a tampa, preencheu com uma substância waxlike, no meio do qual deixou um espaço arredondado, na forma de uma pequena bola. Jobs explicou "É resina epóxi elenco", você vai derrama-la, e em seguida colocamos vaselina em uma esfera de aço liso, para molda-la na resina formando a famosa trackball. "Enfiou a bola de aço sob a tampa e rolou a invenção sobre a mesa. "É uma espécie de mouse." Era o mouse! da apple.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Mais profissionais cursaram o 7 Curso de Rede Social
Mais um grupo de trinta jovens se qualificaram, compartilharam experiências e conhecimento no Curso de Rede Social, na sua sétima etapa, dentro dos laboratórios de informática, na Extensão da Univer Cidade.
sábado, 30 de abril de 2011
Curso Rede Social certifica 30 profissionais
Terninou em Ipanema o workshop 7 Curso Rede Social. Empresarios, jornalistas, publicitários, profissionais de marketing e estudantes e professores participaram ativamente do curso.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Google investe mais no Brasil
Google planeja concentrar-se no mercado brasileiro
O Globo
Plantão - Publicado em 22/04/2011 21:57
SÃO PAULO - A Google Brasil planeja este ano aumentar em 50% este ano sua força de trabalho, que é de 350 funcionários. Além disso, a empresa espera que a receita oriunda de suas operações no Brasil aumente 80% este ano, como consequência dos grandes investimentos governamentais do país no setor, tornando-o um dos mais promissores mercados da gigante das buscas.
A previsão é um efeito da postura da presidente Dilma Rousseff, que, por considerar a web como a melhor maneira de promover o desenvolvimento econômico e social, estabeleceu como uma de suas prioridades dar mais acesso à internet aos pobres e melhorar a velocidade das conexões à rede já existentes.
- O Brasil é uma bela oportunidade para o mundo digital - disse o diretor da subsidiária brasileira da Google, Fábio Coelho, em entrevista ao jornal "Financial Times". - Em 2010, crescemos 80% no Brasil em termos de receita, e esperamos crescer no mesmo ritmo este ano.
A América Latina representou entre 2% e 3% da receita total da Google em 2010, que foi de US$ 29,3 bilhões. Analistas estimam que o Brasil contribuiu com US$ 500 milhões desse montante.
O motivo para essa expectativa em relação ao Brasil é que o uso da internet cresceu muito, com a ascensão social de muitos brasileiros que galgaram a classe média e puderam comprar seu primeiro computador. No entanto, mesmo com a desaceleração da economia prevista para o ano, os investimentos públicos e privados do Plano Nacional de Banda Larga devem manter o setor aquecido.
- O Brasil tem uma penetração muito baixa de internet banda estreita e cerca de 200 milhões de celulares, dos quais apenas 12 ou 14 milhões são smartphones, em sua maioria, pré-pagos - disse Fábio Coelho, que se juntou à empresa em março, depois de quase uma década na AT&T e após passagens pelo Citi e pela Gillette. - Existe um grande ecossistema a ser desenvolvido em nosso país.
Mais informações na matéria de Samantha Pearson no site do " Financial Times ".
O Globo
Plantão - Publicado em 22/04/2011 21:57
SÃO PAULO - A Google Brasil planeja este ano aumentar em 50% este ano sua força de trabalho, que é de 350 funcionários. Além disso, a empresa espera que a receita oriunda de suas operações no Brasil aumente 80% este ano, como consequência dos grandes investimentos governamentais do país no setor, tornando-o um dos mais promissores mercados da gigante das buscas.
A previsão é um efeito da postura da presidente Dilma Rousseff, que, por considerar a web como a melhor maneira de promover o desenvolvimento econômico e social, estabeleceu como uma de suas prioridades dar mais acesso à internet aos pobres e melhorar a velocidade das conexões à rede já existentes.
- O Brasil é uma bela oportunidade para o mundo digital - disse o diretor da subsidiária brasileira da Google, Fábio Coelho, em entrevista ao jornal "Financial Times". - Em 2010, crescemos 80% no Brasil em termos de receita, e esperamos crescer no mesmo ritmo este ano.
A América Latina representou entre 2% e 3% da receita total da Google em 2010, que foi de US$ 29,3 bilhões. Analistas estimam que o Brasil contribuiu com US$ 500 milhões desse montante.
O motivo para essa expectativa em relação ao Brasil é que o uso da internet cresceu muito, com a ascensão social de muitos brasileiros que galgaram a classe média e puderam comprar seu primeiro computador. No entanto, mesmo com a desaceleração da economia prevista para o ano, os investimentos públicos e privados do Plano Nacional de Banda Larga devem manter o setor aquecido.
- O Brasil tem uma penetração muito baixa de internet banda estreita e cerca de 200 milhões de celulares, dos quais apenas 12 ou 14 milhões são smartphones, em sua maioria, pré-pagos - disse Fábio Coelho, que se juntou à empresa em março, depois de quase uma década na AT&T e após passagens pelo Citi e pela Gillette. - Existe um grande ecossistema a ser desenvolvido em nosso país.
Mais informações na matéria de Samantha Pearson no site do " Financial Times ".
sábado, 12 de março de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Não era uma Brastemp! O caso oboreli
Reparem neste depoimento, um consumidor enfrentando a toda poderosa marca que ele havia decidido seguir. Típico caso da falta de sensibilidade, inteligência, humildade e percepção para dialogar com o cliente.Resultado esperado: mais um exemplo da resposta através da social mídia. O que mais chama atenção no caso do Sr. Borrelli foi a total falta compromisso da organização e dos responsáveis para compreender os problemas.
Até quando grandes organizações vão continuar brincando com a comunidade de clientes?
Até quando grandes organizações vão continuar brincando com a comunidade de clientes?
Estagiario de Marketing para Redes Sociais
Para trabalhar no horário de 10h às 16h, o departamento de marketing do Carioca Shopping, www.cariocashopping.com.br procura candidatos de nível intermediário/avançado, com experiência em mídias sociais. Currículos para
sábado, 29 de janeiro de 2011
As 50 marcas preferidas dos brasileiros no Facebook | Mídias Sociais
Reparem nessa lista, ela contem poucas empresas grandes!A maioria das grandes empresas ainda não teve coragem para investir em mídias?
http://www.midiassociais.net/2010/11/as-50-marcas-preferidas-dos-brasileiros-no-facebook/
http://www.midiassociais.net/2010/11/as-50-marcas-preferidas-dos-brasileiros-no-facebook/
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terça-feira, 25 de janeiro de 2011
SightGps procura administrador de redes sociais
Proucramos pessoa que fará parte da equipe de marketing e será responsável por alimentar e supervisionar as redes sociais da marca - twitter, facebook e orkut - e participar da criação de novas ações de mkt digital.
Background de comunicação social, design ou publicidade de ensino médio tecnico ou início de faculdade.
Estágio de 25 horas semanais na Barra da Tijuca - RJ na sightgps.com.br
Enviar para jansen.moreira@sightgps.com.br curriculo e links pessoais de twitter, facebook e orkut.
Background de comunicação social, design ou publicidade de ensino médio tecnico ou início de faculdade.
Estágio de 25 horas semanais na Barra da Tijuca - RJ na sightgps.com.br
Enviar para jansen.moreira@sightgps.com.br curriculo e links pessoais de twitter, facebook e orkut.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Vem aí Azerox.com
Mais um espaço para relacionamentos, no estilo microblog e com o diferencial de postagens sonoras. O lançamento da http://www.azerox.com/ prevê uma gincana em parceria com a Campus Party.
O responsável é o mineiro Antônio Gontijo que está propondo aos usuários facilidade, segurança e boa diversão.
O responsável é o mineiro Antônio Gontijo que está propondo aos usuários facilidade, segurança e boa diversão.
THEFACEBOOK. Onde mais gastar o seu tempo?
Geek é uma expressão inglesa que nos remete a pessoas excêntricas, peculiares “que fazem acontecer” e é o tema central do livro de Ben Mezrich em que se baseia o filme de David Fincher sobre o criador do The Facebook, Mark Zuckerberg.
Filme morno e livro menos, nada mais do que isso, deixam um insight sobre a juventude que assumiu o poder, surfando com toda a intimidade na web modificando a sociedade, a forma de fazer negócios, comunicação e desenvolver produtos inovadores utilizando-se de doses fortes de competição, vingança, audácia e da compreensão profunda da plataforma e dos usuários.
Se a base de dados de Haward foi racheada para dar inicio ao Thefacebook, como insinuam filme e livro, pouco importa e fica para a história avaliar. O que realmente importa é “onde estaríamos gastando nosso tempo não fossem as mídias sociais”?
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
MINI Connected: The Pin
Não é só o carro. O Mini vem com o serviço, campanha de marketing, games para o target e conexão. A plataforma é usada em todos os aspectos.Vai pra galera.
http://www.youtube.com/watch?v=8yFDmnyiyyk&feature=youtube_gdata_player
Fernando Flessati
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http://www.youtube.com/watch?v=8yFDmnyiyyk&feature=youtube_gdata_player
Fernando Flessati
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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Vem aí bombando a 6a Edição do Curso de Rede Social
São 30 jovens inscritos para a 6a Edição do Curso Rede Social, que começa no próximo dia 24/01. A atividade e mídia social está entre as atividades de comunicação e marketing que empresários como Eike Batista classificam como estratégicas para seus negócios http://bit.ly/fy61sK
Especialistas como Michael A. Stelzner, Founder do SocialMediaExaminer.com prevêem que esta profissão estará entre as profissões mais valorizadas no futuro.
Várias novidades foram inseridas nesta edição do Curso para atender a constante inovação das mídias sociais. Ainda há tempo de você também participar, consulte o programa e increva-se nos novos tempos da Univer Cidade http://www.univercidade.edu/uc/cursos/extensao/2009/redesociais.asp .
Ou fale comigo no socialrede@tfscomunicacao.com.br e venha trocar e compartilha conhecimento.
Bolsademulher.com procura Analista de Marketing
O Bolsa de Mulher está buscando um analista de marketing para trabalhar no Estrela Guia http://www.estrelaguia.com.br/, portal esotérico líder na internet brasileira. O analista vai liderar os esforços de crescimento da audiência e de vendas do portal, coordenar o desenvolvimento do produto e sua adaptação para múltiplas plataformas incluindo mobile, TV digital e digital signage.
Veja mais!
domingo, 19 de dezembro de 2010
sábado, 18 de dezembro de 2010
EMBALAGENS QUE MENTEM
Cadeh as frutas do panetone Kopenhagen. Mais um caso para a serie das marcas que induzem ao erro! ( Foto T Santos)
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
ABC do Branding : Peoplenet in education
Fernando Flessati enviou o link de um blog para você:
Vem ai o Peoplenet, evento sobre a importancia da plataforma midia social na educacao. Mais uma sacada da Professora Luciane Chiodi
Blog: ABC do Branding
Postagem: Peoplenet in education
Link: http://marcaseducacionais.blogspot.com/2010/12/peoplenet-in-education.html
--
Powered by Blogger
http://www.blogger.com/
Vem ai o Peoplenet, evento sobre a importancia da plataforma midia social na educacao. Mais uma sacada da Professora Luciane Chiodi
Blog: ABC do Branding
Postagem: Peoplenet in education
Link: http://marcaseducacionais.blogspot.com/2010/12/peoplenet-in-education.html
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Teste: Verificador Ortográfico da Língua Portuguesa
Experimente o verificador ortográfico especializado nas mudanças introduzidas pelo Acordo Ortográfico. Ele não detecta erros de ortografia e gramática da regra antiga, mas ajuda na correção do texto antes do envio. UmPortugues.com - Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa
Teste: Verificador Ortográfico da Língua Portuguesa
Experimente o verificador ortográfico especializado nas mudanças introduzidas pelo Acordo Ortográfico. Ele não detecta erros de ortografia e gramática da regra antiga (pré-acordo). Revise seu texto antes de submetê-lo.
UmPortugues.com - Acordo Ortográfico da Língua Portuguesasábado, 13 de novembro de 2010
V TURMA DE REDES SOCIAIS
Terminou o V CURSO DE REDES SOCIAIS, onde novos alunos foram qualificados para se posicionarem diante das novas descobertas sobre a media social. O Curso de Redes Sociais foi realizado na Univer Cidade, Rio de Janeiro.
domingo, 31 de outubro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
A FELICIDADE E O CHOPP DO PINGUIM
| Do meu celular |
O chopp do Pinguim vem há décadas sendo a melhor forma de relacionamento e debates calorosos em São Paulo.http://www.pinguimochopp.com.br/ . Foi incorporado a lenda de Ribeirão Preto o real tamanho da serpentina da casa inaugurada em 1930. Eu mesmo, por presenciei disputas sobre se o tamanho era 860 ou 850 metros. Não menos raro, é que no meio da noitada, vários clientes resolviam chegar a verdade. Nunca cheguei a nenhuma conclusão. Foi nas mesas da casa que constatei a relação entre o tamanho do colarinho da bebida servida na tulipa e o a felicidade humana. A verdade é que, após ouvir a folclorica teoria, passei a observar as pessoas que bebiam nas mesas vizinhas. Na sua grande maioria, os clientes que preferiam colarinhos com menos de tres dedos eram pessoas mais fechadas e menos sorridentes, muito mais propensos ao porre e a infelicidade.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
58 milhões de brasileiros estão conectados
O IBGE divulgou números sobre redes sociais e navegadores brasileiros. Dois merecem consideração, os 26 milhões de pessoas plugadas no Orkut e 58 milhões de brasileiros conectados, 35% da população, bem acima da media americana de 25%. Ora, isso dá por exemplo para decidir uma eleição ou ser considerado um amplo segmento de mercado. Tudo contado no http://www.inovadoresespm.com.br/?p=880 .
domingo, 25 de julho de 2010
II Redes Sociais em Porto Alegre
Destaque para as empresas gaúchas que estão rumando às boas práticas da comunicação e conexão. Entre elas, a Estação Elétrica, DMLU da Prefeitura de Porto Alegre, Planning.com, Mendizabal, Bienal Mercosul, Governança Solidária Local da Pref. Porto Alegre, Instituto Goethe, Shopping Lindóia, Stesa, Gnu e Prefeitura Municipal de Porto Alegre. Ganham a comunicação e a sociedade do Rio Grande. Na sua maioria são jornalistas, publicitários, estudantes, comunicólogos, tecnólogos, provedores de web e funcionários municipais e das secretarias. Destaque para as novas profissões surgem a cada segundo na onda da web 2.0, blogueiros, twiteiros, construtores de conteúdo e naturalmente os web empreendedores.
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sexta-feira, 16 de julho de 2010
Terceira Turma do Curso Redes Sociais
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Quinze Coisas para Pensar antes de Lançar um Blog Corporativo
Em 2009, Mauro Segura, publicou as orientações para a construção de blogs corporativos..
Conheço várias empresas que se lançaram no mundo dos blogs sem um planejamento adequado. Algumas delas não sabiam o que queriam ou não tinham um objetivo claramente estabelecido. Daí a coisa não funcionou e a frustração inibiu novas iniciativas no mundo da web 2.0.
Numa empresa como a IBM, onde existem milhares de blogs, internos e externos, eu vejo de tudo: blogs que dão certo, outros que não sobrevivem e alguns que pegam no tranco. Enfim, a experiência tem mostrado que existem passos iniciais importantes para um projeto de blog dar certo.
Recomendo que as empresas pensem nos pontos abaixo antes de lançarem um blog corporativo externo.
1- Defina o objetivo do blog
O blog vai servir prá que? Falar sobre mercado? Falar sobre responsabilidade social? Falar sobre tendências? Enfim, qual é o objetivo do blog? Normalmente o blog funciona bem para complementar algo que não está funcionando bem através dos canais usuais de comunicação da empresa. Ter um objetivo definido é importante para que o público alvo entenda a proposta do blog. Aliás, isso deve estar claramente explicitado, não adianta estabelecer um objetivo e não evidenciá-lo para os interessados no blog.
2- Defina o público-alvo
O blog é para falar com quem? Com os clientes? Com a sociedade em geral? Com os investidores? Isso é importante para definir o escopo e o estilo da conversa. Cada público tem um interesse e uma forma de interagir diferente. Conversar com seus clientes diretos é diferente de conversar com o grande público em geral, pois os interesses, linguagem e prioridades são diferentes.
3- Crie um design compatível com a sua marca
O blog tem que ser coerente com o perfil da marca da empresa. Ou seja, as cores, a linguagem, o design e o layout devem traduzir o estilo da empresa e o perfil do público alvo do blog. Já vi empresas que não se preocuparam com isso e criaram "templates" inadequados e conflitantes com o perfil empresarial. Por outro lado, evite usar um design muito sofisticado, entenda-se complexo, ou um blog carregado com seções e pastas. Isso deve ficar para o "site" institucional da empresa. O blog é uma sala de conversa, portanto pense nisso na hora de montar a sua sala. Além disso, um design simples e eficaz vai dar mais flexibilidade e agilidade para você atualizar o blog, bem como facilitar futuros testes e ajustes na ferramenta.
4- Esteja preparado para dialogar
Quando uma empresa lança um blog, significa que ela está pronta para dialogar. O blog não é meramente uma alternativa aos canais tradicionais de comunicação, como o site institucional. O blog é um diálogo com a sociedade. Portanto, esteja preparado para responder aos comentários, aceitar críticas e ironias. Não é legal lançar o blog para só postar coisas e não conversar com os visitantes. Aceitar e lidar com esse risco é um requisito fundamental para a credibilidade do blog.
5- Seja ágil
Estar disposto para dialogar não é suficiente. A empresa tem que criar um modelo de comunicação especial para o blog, que exige agilidade e leveza. Não dá para tratar o blog como um press release ou um comunicado institucional no site. Também não dá para pedir ao departamento jurídico rever cada post ou comentário-resposta que a empresa vai publicar. Enfim, a empresa tem que criar um modelo diferente de se comunicar ou então é melhor desistir da ideia de lançar um blog.
6- Concentre-se em conteúdo interessante e relevante
Com o objetivo e o público-alvo definidos, o próximo passo é concentrar o conteúdo em temas relevantes. Evite ser dispersivo. Procure falar de assuntos ou se aprofundar em temas que outros canais de comunicação da empresa não tocam. Sugiro que, antes de lançar o blog, a empresa defina claramente o escopo de assuntos que o blog vai tocar e aqueles que não vai cobrir, mesmo que os comentários e feedback forcem para um caminho diferente. Perseverar e manter o leme no objetivo traçado é condição para o sucesso do projeto.
7- Não complique. Desenvolva uma linguagem informal e pragmática
O blog, por natureza, é um veículo aberto e abrangente. Quanto mais simples e didática for sua linguagem, maior será o potencial de gerar interesse, tráfego e interação. Procure usar uma linguagem compatível com seu público alvo. Instigue as pessoas para participar do blog através de comentários. Isso só será conseguido através de uma linguagem leve e convidativa. Pense no blog como uma conversa num bar. Tem que ser leve, interessante e curta. Evite textos complicados, longos e burocráticos. Um blog não é uma prancheta para escrever comunicados frios e impessoais. Se seguir esse caminho você terá um único leitor: você mesmo.
8- Use e abuse dos recursos multimídia
Um blog deve ser divertido e interessante. Ele é um canal perfeito para veiculação de imagens e vídeo. Quem entra num blog espera por isso. Investir em recursos multimídia tornará o blog mais rico e aumentará o potencial de interesse dos visitantes. Existem empresas que lançam blogs e ficam só no texto corrido, ou sejam, usam apenas uma parte do potencial que um blog oferece.
9- Não seja arrogante ou dono da verdade
Blogs são arenas de conversação, ou seja, troca de ideias e pontos de vista. Portanto, saiba aceitar opiniões e comentários. Não basta dialogar, tem que ceder, elogiar os comentários que merecem ser elogiados, reconhecer os possíveis erros, aceitar opiniões contrárias às suas e receber positivamente as eventuais comparações com a concorrência. Uma abordagem humilde, de aprendizado constante, transmitirá para o visitante a imagem de uma empresa colaborativa e transparente.
10- Tenha uma assinatura pessoal
O mundo das mídias sociais foi concebido para o diálogo entre pessoas. É notório que pessoas desejam falar com pessoas, portanto eu recomendo colocar personagens de carne e osso assinando os posts e comentários. Não vejo problemas em blogs que têm vários colaboradores, aliás, eu acho que funciona muito bem. É importante que o leitor saiba com quem está falando. Blogs individuais (assinados por um único indivíduo) funcionam muito bem também, mas fique alerta para que o blog, via seus textos, pontos de vista e estilo, esteja em sintonia com o perfil de quem assina o blog. Já vi uma situação onde o sisudo executivo assinava um blog cujo estilo não tinha nada a ver com o perfil dele.
11- Defina uma cadência para atualização do blog
Estabeleça, desde o seu lançamento, uma frequência mínima de atualização do blog. Entenda que essa regularidade é importante e que você deve procurar sempre superá-la. Não existe uma cadência ideal, mas considere que um canal na internet exige dinamismo e interação constante. Neste contexto, um leitor de seu blog ao postar um comentário, terá a expectativa de ver uma resposta no mesmo dia ou, no máximo, no dia seguinte. Enfim, assumir um compromisso de tempo de atualização é fundamental. Ninguém visita um blog desatualizado e lento. Aliás, pesquisas mostram que blogs com atualização constante têm mais acessos do que outros mais "preguiçosos".
12- Aprenda com o blog
As mídias sociais formam um canal de relacionamento ainda muito novo. Portanto, esteja preparado para experimentação e ajustes. O aprendizado será contínuo e é esperado que você evolua o canal ao longo do tempo. Não tenha medo de dar um passo para frente e depois recuar. Nesse cenário, eu sugiro que você monte o blog da empresa via uma plataforma de blogs conhecida como o Blogger ou o Wordpress, que tem são ótimas referências, estáveis e investem constantemente em aprimoramentos.
13- Esteja pronto para uma crise
Numa possível crise empresarial, fique certo que o blog se tornará, naturalmente, um canal de diálogo importante com a sociedade e com todos aqueles afetados pela crise. Portanto, tenha um plano na gaveta para usá-lo em momentos de emergência. Eu entendendo que a maioria das empresas nunca parece estar preparada para a crise, mas afirmo que elas ocorrem e quem tem um plano na gaveta sempre tem uma maior chance de sobrevivência.
14- Como medir o sucesso do seu blog
Essa é uma das perguntas mais difíceis de responder. A resposta vai depender do objetivo do blog. Estude ferramentas como Technorati, Bloglines, FeedBurner, Google Analytics, Statcounter e algumas outras disponíveis na rede e de custo zero. Escolha, pelo menos, uma ou duas dessas ferramentas para medir o acesso (page views, acessos únicos, visitantes recorrentes, novos visitantes, etc), o número de blogs que "linkam" o seu blog, palavras mais pesquisadas, etc. Além disso, algumas delas permitem que os seus visitantes assinem o seu blog, fazendo com que suas atualizações sejam enviadas de forma automática para os interessados.
15- Tenha alguém dedicado ao blog
Um blog corporativo vai precisar de alguém para operacionalizá-lo, pode ser uma ou mais pessoas. É claro que o próprio escritor ou escritores do blog podem ser responsáveis também por operacionalizá-lo, mas nem sempre isso é possível. Se o blog der certo, pode ter certeza que não vai faltar trabalho. Pense em deslocar pessoas que hoje trabalham nos canais de comunicação da empresa para esse novo canal de relacionamento externo. Até porque, se tudo der certo, a tendência é que você diminua ou corte alguns canais externos e comece a dar mais ênfase e atenção ao blog. Mas alerto para que escolha a pessoas correta (ou pessoas), alguém que acredite e entenda o mundo das mídias sociais, que esteja entusiasmado com o projeto e que adore experimentar novas tecnologias.
Para os marinheiros de primeira viagem, eu tenho mais uma dica.
Antes de lançar um blog externo, considere lançar um blog interno para seus funcionários. A implementação e uso de blogs dentro das empresas permitem uma curva de aprendizado importante. Portanto, antes de submeter o projeto para sociedade, o melhor é experimentar, testar e ajustar as coisas dentro de casa. Tenha certeza que este tempo de investimento vale a pena. Quando o blog "for para rua", a empresa estará muito mais segura e preparada para "encarar" o diálogo com o mercado. Este procedimento vai acelerar muito o passo "aprenda com o blog" descrito acima.
Por fim, lembre-se que lançar um blog corporativo é sempre um desafio.
Se der certo, significa que ele vai consumir cada vez mais recursos e atenção da empresa. Será um caminho sem volta e um canal importante de relacionamento com a sociedade nos bons e maus momentos. Ser der errado, significa que a empresa vai ter que reconhecer o erro e dar um passo para trás. Será uma perda e uma frustração dura de reconhecer, mas necessária. Ou seja, um projeto de blog sempre tem seu preço.
Fique alerta para aqueles que dizem que um blog não tem custo, pois isto não é verdade.
http://aquintaonda.blogspot.com/2009/07/quinze-coisas-para-pensar-antes-de.html
Conheço várias empresas que se lançaram no mundo dos blogs sem um planejamento adequado. Algumas delas não sabiam o que queriam ou não tinham um objetivo claramente estabelecido. Daí a coisa não funcionou e a frustração inibiu novas iniciativas no mundo da web 2.0.
Numa empresa como a IBM, onde existem milhares de blogs, internos e externos, eu vejo de tudo: blogs que dão certo, outros que não sobrevivem e alguns que pegam no tranco. Enfim, a experiência tem mostrado que existem passos iniciais importantes para um projeto de blog dar certo.
Recomendo que as empresas pensem nos pontos abaixo antes de lançarem um blog corporativo externo.
1- Defina o objetivo do blog
O blog vai servir prá que? Falar sobre mercado? Falar sobre responsabilidade social? Falar sobre tendências? Enfim, qual é o objetivo do blog? Normalmente o blog funciona bem para complementar algo que não está funcionando bem através dos canais usuais de comunicação da empresa. Ter um objetivo definido é importante para que o público alvo entenda a proposta do blog. Aliás, isso deve estar claramente explicitado, não adianta estabelecer um objetivo e não evidenciá-lo para os interessados no blog.
2- Defina o público-alvo
O blog é para falar com quem? Com os clientes? Com a sociedade em geral? Com os investidores? Isso é importante para definir o escopo e o estilo da conversa. Cada público tem um interesse e uma forma de interagir diferente. Conversar com seus clientes diretos é diferente de conversar com o grande público em geral, pois os interesses, linguagem e prioridades são diferentes.
3- Crie um design compatível com a sua marca
O blog tem que ser coerente com o perfil da marca da empresa. Ou seja, as cores, a linguagem, o design e o layout devem traduzir o estilo da empresa e o perfil do público alvo do blog. Já vi empresas que não se preocuparam com isso e criaram "templates" inadequados e conflitantes com o perfil empresarial. Por outro lado, evite usar um design muito sofisticado, entenda-se complexo, ou um blog carregado com seções e pastas. Isso deve ficar para o "site" institucional da empresa. O blog é uma sala de conversa, portanto pense nisso na hora de montar a sua sala. Além disso, um design simples e eficaz vai dar mais flexibilidade e agilidade para você atualizar o blog, bem como facilitar futuros testes e ajustes na ferramenta.
4- Esteja preparado para dialogar
Quando uma empresa lança um blog, significa que ela está pronta para dialogar. O blog não é meramente uma alternativa aos canais tradicionais de comunicação, como o site institucional. O blog é um diálogo com a sociedade. Portanto, esteja preparado para responder aos comentários, aceitar críticas e ironias. Não é legal lançar o blog para só postar coisas e não conversar com os visitantes. Aceitar e lidar com esse risco é um requisito fundamental para a credibilidade do blog.
5- Seja ágil
Estar disposto para dialogar não é suficiente. A empresa tem que criar um modelo de comunicação especial para o blog, que exige agilidade e leveza. Não dá para tratar o blog como um press release ou um comunicado institucional no site. Também não dá para pedir ao departamento jurídico rever cada post ou comentário-resposta que a empresa vai publicar. Enfim, a empresa tem que criar um modelo diferente de se comunicar ou então é melhor desistir da ideia de lançar um blog.
6- Concentre-se em conteúdo interessante e relevante
Com o objetivo e o público-alvo definidos, o próximo passo é concentrar o conteúdo em temas relevantes. Evite ser dispersivo. Procure falar de assuntos ou se aprofundar em temas que outros canais de comunicação da empresa não tocam. Sugiro que, antes de lançar o blog, a empresa defina claramente o escopo de assuntos que o blog vai tocar e aqueles que não vai cobrir, mesmo que os comentários e feedback forcem para um caminho diferente. Perseverar e manter o leme no objetivo traçado é condição para o sucesso do projeto.
7- Não complique. Desenvolva uma linguagem informal e pragmática
O blog, por natureza, é um veículo aberto e abrangente. Quanto mais simples e didática for sua linguagem, maior será o potencial de gerar interesse, tráfego e interação. Procure usar uma linguagem compatível com seu público alvo. Instigue as pessoas para participar do blog através de comentários. Isso só será conseguido através de uma linguagem leve e convidativa. Pense no blog como uma conversa num bar. Tem que ser leve, interessante e curta. Evite textos complicados, longos e burocráticos. Um blog não é uma prancheta para escrever comunicados frios e impessoais. Se seguir esse caminho você terá um único leitor: você mesmo.
8- Use e abuse dos recursos multimídia
Um blog deve ser divertido e interessante. Ele é um canal perfeito para veiculação de imagens e vídeo. Quem entra num blog espera por isso. Investir em recursos multimídia tornará o blog mais rico e aumentará o potencial de interesse dos visitantes. Existem empresas que lançam blogs e ficam só no texto corrido, ou sejam, usam apenas uma parte do potencial que um blog oferece.
9- Não seja arrogante ou dono da verdade
Blogs são arenas de conversação, ou seja, troca de ideias e pontos de vista. Portanto, saiba aceitar opiniões e comentários. Não basta dialogar, tem que ceder, elogiar os comentários que merecem ser elogiados, reconhecer os possíveis erros, aceitar opiniões contrárias às suas e receber positivamente as eventuais comparações com a concorrência. Uma abordagem humilde, de aprendizado constante, transmitirá para o visitante a imagem de uma empresa colaborativa e transparente.
10- Tenha uma assinatura pessoal
O mundo das mídias sociais foi concebido para o diálogo entre pessoas. É notório que pessoas desejam falar com pessoas, portanto eu recomendo colocar personagens de carne e osso assinando os posts e comentários. Não vejo problemas em blogs que têm vários colaboradores, aliás, eu acho que funciona muito bem. É importante que o leitor saiba com quem está falando. Blogs individuais (assinados por um único indivíduo) funcionam muito bem também, mas fique alerta para que o blog, via seus textos, pontos de vista e estilo, esteja em sintonia com o perfil de quem assina o blog. Já vi uma situação onde o sisudo executivo assinava um blog cujo estilo não tinha nada a ver com o perfil dele.
11- Defina uma cadência para atualização do blog
Estabeleça, desde o seu lançamento, uma frequência mínima de atualização do blog. Entenda que essa regularidade é importante e que você deve procurar sempre superá-la. Não existe uma cadência ideal, mas considere que um canal na internet exige dinamismo e interação constante. Neste contexto, um leitor de seu blog ao postar um comentário, terá a expectativa de ver uma resposta no mesmo dia ou, no máximo, no dia seguinte. Enfim, assumir um compromisso de tempo de atualização é fundamental. Ninguém visita um blog desatualizado e lento. Aliás, pesquisas mostram que blogs com atualização constante têm mais acessos do que outros mais "preguiçosos".
12- Aprenda com o blog
As mídias sociais formam um canal de relacionamento ainda muito novo. Portanto, esteja preparado para experimentação e ajustes. O aprendizado será contínuo e é esperado que você evolua o canal ao longo do tempo. Não tenha medo de dar um passo para frente e depois recuar. Nesse cenário, eu sugiro que você monte o blog da empresa via uma plataforma de blogs conhecida como o Blogger ou o Wordpress, que tem são ótimas referências, estáveis e investem constantemente em aprimoramentos.
13- Esteja pronto para uma crise
Numa possível crise empresarial, fique certo que o blog se tornará, naturalmente, um canal de diálogo importante com a sociedade e com todos aqueles afetados pela crise. Portanto, tenha um plano na gaveta para usá-lo em momentos de emergência. Eu entendendo que a maioria das empresas nunca parece estar preparada para a crise, mas afirmo que elas ocorrem e quem tem um plano na gaveta sempre tem uma maior chance de sobrevivência.
14- Como medir o sucesso do seu blog
Essa é uma das perguntas mais difíceis de responder. A resposta vai depender do objetivo do blog. Estude ferramentas como Technorati, Bloglines, FeedBurner, Google Analytics, Statcounter e algumas outras disponíveis na rede e de custo zero. Escolha, pelo menos, uma ou duas dessas ferramentas para medir o acesso (page views, acessos únicos, visitantes recorrentes, novos visitantes, etc), o número de blogs que "linkam" o seu blog, palavras mais pesquisadas, etc. Além disso, algumas delas permitem que os seus visitantes assinem o seu blog, fazendo com que suas atualizações sejam enviadas de forma automática para os interessados.
15- Tenha alguém dedicado ao blog
Um blog corporativo vai precisar de alguém para operacionalizá-lo, pode ser uma ou mais pessoas. É claro que o próprio escritor ou escritores do blog podem ser responsáveis também por operacionalizá-lo, mas nem sempre isso é possível. Se o blog der certo, pode ter certeza que não vai faltar trabalho. Pense em deslocar pessoas que hoje trabalham nos canais de comunicação da empresa para esse novo canal de relacionamento externo. Até porque, se tudo der certo, a tendência é que você diminua ou corte alguns canais externos e comece a dar mais ênfase e atenção ao blog. Mas alerto para que escolha a pessoas correta (ou pessoas), alguém que acredite e entenda o mundo das mídias sociais, que esteja entusiasmado com o projeto e que adore experimentar novas tecnologias.
Para os marinheiros de primeira viagem, eu tenho mais uma dica.
Antes de lançar um blog externo, considere lançar um blog interno para seus funcionários. A implementação e uso de blogs dentro das empresas permitem uma curva de aprendizado importante. Portanto, antes de submeter o projeto para sociedade, o melhor é experimentar, testar e ajustar as coisas dentro de casa. Tenha certeza que este tempo de investimento vale a pena. Quando o blog "for para rua", a empresa estará muito mais segura e preparada para "encarar" o diálogo com o mercado. Este procedimento vai acelerar muito o passo "aprenda com o blog" descrito acima.
Por fim, lembre-se que lançar um blog corporativo é sempre um desafio.
Se der certo, significa que ele vai consumir cada vez mais recursos e atenção da empresa. Será um caminho sem volta e um canal importante de relacionamento com a sociedade nos bons e maus momentos. Ser der errado, significa que a empresa vai ter que reconhecer o erro e dar um passo para trás. Será uma perda e uma frustração dura de reconhecer, mas necessária. Ou seja, um projeto de blog sempre tem seu preço.
Fique alerta para aqueles que dizem que um blog não tem custo, pois isto não é verdade.
http://aquintaonda.blogspot.com/2009/07/quinze-coisas-para-pensar-antes-de.html
Manuais tentam enquadrar as redações
domingo, 13 de junho de 2010 -
Jornal O GLOBO publica manual de regras editoriais e profissionais das eleições para seus funcionários
No ano passado, ao participar de um debate sobre redes sociais na Futurecom eu falei que a existência de um guia corporativo sempre ajuda muito no processo de introdução das redes sociais nas empresas. Na época, confirmando que o tema ainda é polêmico e desconhecido nas empresas, eu fui interpelado por alguém que disse que tal guia não faria sentido pois as redes sociais não podem ser reguladas ou controladas. Expliquei que um guia não tem o objetivo de instituir regras ou procedimentos de controle das redes, mas sim apresentar recomendações que os funcionários devem procurar seguir quando atuam nas redes como profissionais da empresa. Estas orientações incluem formas de se identificar nas redes, como tratar as informações, questões de imagem e reputação, como falar sobre a empresa, etc. Enfim, são de natureza profissional, apesar que sabemos que nas redes sociais o limite entre o pessoal e o profissional é muito tênue.
Dias atrás, também numa conversa sobre o mesmo assunto, alguém disse algo assim: "na minha empresa a gente não precisa disso, afinal os acesso às redes está proibido". Como não precisa? Os funcionários não acessam às redes sociais fora do expediente do trabalho? Muitos chegam em casa e já se conectam nos "orkuts da vida". Muito deles escrevem nas redes sobre o seu trabalho diário, falam da empresa onde trabalham, opinam sobre áreas onde a empresa atua, etc. Ou seja, eles atuam como porta-vozes da empresa, mesmo sem se darem conta disso. Afinal, todos nós somos representantes da empresa onde trabalhamos, estejamos ou não dentro do horário do expediente. Neste contexto, prover orientações para os funcionários de como se comportar nas redes sociais, quando falarem sobre o seu trabalho ou empresa, fazem todo o sentido.
Este é um processo evolutivo e de conscientização. Na verdade, a questão vai muito além das redes sociais, todos nós somos representantes da empresa nas situação mais corriqueiras do dia a dia: quando estamos no telefone conversando com um fornecedor, atendendo um cliente, enviando um email, tomando um chopp no final de semana e comentando sobre assuntos da empresa, etc. As redes sociais são apenas mais um canal de comunicação e relacionamento.
Nesta semana, eu estava conversando com um amigo sobre o poder da influência dos canais tradicionais de comunicação (TVs, jornais, rádios, etc) e da internet nas próximas eleições. A internet é um terreno livre, onde cada um navega e busca o que quiser, é o internauta que determinar o que deseja seguir. Já as TVs e os jornais têm um componente editorial muito forte. É o corpo editorial que determina o conteúdo diário. Exigir independência, equilíbrio e imparcialidade da equipe editorial (repórteres, colunistas, articulistas e editores) deveria ser uma obsessão dos grupos de comunicação de nosso país. Eu comentei com meu amigo que, devido a enorme capacidade de influência na opinião pública, os veículos de comunicação deveriam ter regras de conduta específicas para as eleições para todos os seus funcionários. E não é que hoje, para minha surpresa, o jornal O Globo publicou, em página inteira, um "Estatuto das Eleições" para todo o seu corpo editorial provendo regras editoriais e profissionais para os seus funcionários e jornalistas. Não deixe de ver, é bem interessante. E tem até regras específicas para as redes sociais. Veja AQUI.
Acredito que outros veículos de comunicação devem ter algo parecido, mas a ação do O GLOBO me chamou a atenção. A ação tomada pelo jornal tem o mesmo conceito do guia de conduta nas redes sociais que recomendo para as empresas. Educação, orientação, clareza e transparência são sempre bem-vindos.
http://perolasdasassessorias.wordpress.com/2009/09/04/porque-os-guias-corporativos-de-midias-sociais-nao-pegaram-no-brasil/#comment-2461
Porque os guias corporativos de mídias sociais não pegaram no Brasil?
Eu e minhas perguntas. Vou começar o post logo com uma. É possível delimitar a utilização das mídias sociais em favor da comunicação? A primeira resposta que vem à cabeça e parece bem clara: seu estúpido, claro que não!
Concordo. Em partes. Quando falamos de gestão de reputação, valor de marca, percepção do mercado em relação à empresa, produto ou serviço, o buraco é mais embaixo. Cuidar da reputação de uma organização ou marca é um negócio bastante complicado. E tudo isso pode ser destruído em apenas poucos minutos e, porque não, por um próprio funcionário.
Entendam que não estou dizendo que as empresas precisam coibir a livre expressão de opinião. Mas é preciso separar um pouco as coisas. Nem sempre a visão da empresa é a mesma de um colaborador e vice-versa. Isso pode causar conflitos extremos e prejuízos enormes para uma corporação. Aliás, como sempre, Mauro Segura – da IBM, que inclusive é uma das empresas mais conectadas e que mais estimula a comunicação – escreve muito bem sobre isso aqui e aqui.
Sempre que me questionam sou enfático: sou contra o bloqueio de ferramentas de comunicação digital – inclua aí MSN, Twitter, etc. Acho que a orientação e treinamento podem ser muito mais vantajosos e proporcionarem resultados mais surpreendentes do que o cerceamento (tá, já sei, os diretores de tecnologia me odeiam por conta disso).
Um material bem produzido para demonstrar o que é, como funciona e, principalmente, maneiras éticas e transparentes de utilizar a comunicação seria algo que ajudaria bastante. E isso é chamado lá fora de Social Media Guide, mas é melhor mesmo um guia de mídias sociais, dedicado exclusivamente aos colaboradores/funcionários.
Como de costume neste mercado digital, não existe receita de bolo pronta. Montar este guia não é tão simples como parece. É preciso entender primeiro como funcionam os processos de comunicação da empresa, de que forma os colaboradores estão inseridos neste contexto, qual a relação deles com as mídias sociais e assim por diante. Mas acho que vale a pena pensar nisso. As empresas deveriam apostar mais nesse tipo de conteúdo.
Separei alguns links que podem ajudar:
Guia preparado pela Intel http://www.intel.com/sites/sitewide/pt_BR/social-media.htm
Guidelines da IBM http://www.ibm.com/blogs/zz/en/guidelines.html
Material da BBC sobre o tema http://www.bbc.co.uk/guidelines/editorialguidelines/assets/advice/bbcweb.pdf
Conteúdo excelente de Brian Solis http://www.briansolis.com/2008/06/essential-guide-to-social-media-free/
Ou siga o Mauro Segura no http://aquintaonda.blogspot.com/p/o-autor.html
Jornal O GLOBO publica manual de regras editoriais e profissionais das eleições para seus funcionários
No ano passado, ao participar de um debate sobre redes sociais na Futurecom eu falei que a existência de um guia corporativo sempre ajuda muito no processo de introdução das redes sociais nas empresas. Na época, confirmando que o tema ainda é polêmico e desconhecido nas empresas, eu fui interpelado por alguém que disse que tal guia não faria sentido pois as redes sociais não podem ser reguladas ou controladas. Expliquei que um guia não tem o objetivo de instituir regras ou procedimentos de controle das redes, mas sim apresentar recomendações que os funcionários devem procurar seguir quando atuam nas redes como profissionais da empresa. Estas orientações incluem formas de se identificar nas redes, como tratar as informações, questões de imagem e reputação, como falar sobre a empresa, etc. Enfim, são de natureza profissional, apesar que sabemos que nas redes sociais o limite entre o pessoal e o profissional é muito tênue.
Dias atrás, também numa conversa sobre o mesmo assunto, alguém disse algo assim: "na minha empresa a gente não precisa disso, afinal os acesso às redes está proibido". Como não precisa? Os funcionários não acessam às redes sociais fora do expediente do trabalho? Muitos chegam em casa e já se conectam nos "orkuts da vida". Muito deles escrevem nas redes sobre o seu trabalho diário, falam da empresa onde trabalham, opinam sobre áreas onde a empresa atua, etc. Ou seja, eles atuam como porta-vozes da empresa, mesmo sem se darem conta disso. Afinal, todos nós somos representantes da empresa onde trabalhamos, estejamos ou não dentro do horário do expediente. Neste contexto, prover orientações para os funcionários de como se comportar nas redes sociais, quando falarem sobre o seu trabalho ou empresa, fazem todo o sentido.
Este é um processo evolutivo e de conscientização. Na verdade, a questão vai muito além das redes sociais, todos nós somos representantes da empresa nas situação mais corriqueiras do dia a dia: quando estamos no telefone conversando com um fornecedor, atendendo um cliente, enviando um email, tomando um chopp no final de semana e comentando sobre assuntos da empresa, etc. As redes sociais são apenas mais um canal de comunicação e relacionamento.
Nesta semana, eu estava conversando com um amigo sobre o poder da influência dos canais tradicionais de comunicação (TVs, jornais, rádios, etc) e da internet nas próximas eleições. A internet é um terreno livre, onde cada um navega e busca o que quiser, é o internauta que determinar o que deseja seguir. Já as TVs e os jornais têm um componente editorial muito forte. É o corpo editorial que determina o conteúdo diário. Exigir independência, equilíbrio e imparcialidade da equipe editorial (repórteres, colunistas, articulistas e editores) deveria ser uma obsessão dos grupos de comunicação de nosso país. Eu comentei com meu amigo que, devido a enorme capacidade de influência na opinião pública, os veículos de comunicação deveriam ter regras de conduta específicas para as eleições para todos os seus funcionários. E não é que hoje, para minha surpresa, o jornal O Globo publicou, em página inteira, um "Estatuto das Eleições" para todo o seu corpo editorial provendo regras editoriais e profissionais para os seus funcionários e jornalistas. Não deixe de ver, é bem interessante. E tem até regras específicas para as redes sociais. Veja AQUI.
Acredito que outros veículos de comunicação devem ter algo parecido, mas a ação do O GLOBO me chamou a atenção. A ação tomada pelo jornal tem o mesmo conceito do guia de conduta nas redes sociais que recomendo para as empresas. Educação, orientação, clareza e transparência são sempre bem-vindos.
http://perolasdasassessorias.wordpress.com/2009/09/04/porque-os-guias-corporativos-de-midias-sociais-nao-pegaram-no-brasil/#comment-2461
Porque os guias corporativos de mídias sociais não pegaram no Brasil?
Eu e minhas perguntas. Vou começar o post logo com uma. É possível delimitar a utilização das mídias sociais em favor da comunicação? A primeira resposta que vem à cabeça e parece bem clara: seu estúpido, claro que não!
Concordo. Em partes. Quando falamos de gestão de reputação, valor de marca, percepção do mercado em relação à empresa, produto ou serviço, o buraco é mais embaixo. Cuidar da reputação de uma organização ou marca é um negócio bastante complicado. E tudo isso pode ser destruído em apenas poucos minutos e, porque não, por um próprio funcionário.
Entendam que não estou dizendo que as empresas precisam coibir a livre expressão de opinião. Mas é preciso separar um pouco as coisas. Nem sempre a visão da empresa é a mesma de um colaborador e vice-versa. Isso pode causar conflitos extremos e prejuízos enormes para uma corporação. Aliás, como sempre, Mauro Segura – da IBM, que inclusive é uma das empresas mais conectadas e que mais estimula a comunicação – escreve muito bem sobre isso aqui e aqui.
Sempre que me questionam sou enfático: sou contra o bloqueio de ferramentas de comunicação digital – inclua aí MSN, Twitter, etc. Acho que a orientação e treinamento podem ser muito mais vantajosos e proporcionarem resultados mais surpreendentes do que o cerceamento (tá, já sei, os diretores de tecnologia me odeiam por conta disso).
Um material bem produzido para demonstrar o que é, como funciona e, principalmente, maneiras éticas e transparentes de utilizar a comunicação seria algo que ajudaria bastante. E isso é chamado lá fora de Social Media Guide, mas é melhor mesmo um guia de mídias sociais, dedicado exclusivamente aos colaboradores/funcionários.
Como de costume neste mercado digital, não existe receita de bolo pronta. Montar este guia não é tão simples como parece. É preciso entender primeiro como funcionam os processos de comunicação da empresa, de que forma os colaboradores estão inseridos neste contexto, qual a relação deles com as mídias sociais e assim por diante. Mas acho que vale a pena pensar nisso. As empresas deveriam apostar mais nesse tipo de conteúdo.
Separei alguns links que podem ajudar:
Guia preparado pela Intel http://www.intel.com/sites/sitewide/pt_BR/social-media.htm
Guidelines da IBM http://www.ibm.com/blogs/zz/en/guidelines.html
Material da BBC sobre o tema http://www.bbc.co.uk/guidelines/editorialguidelines/assets/advice/bbcweb.pdf
Conteúdo excelente de Brian Solis http://www.briansolis.com/2008/06/essential-guide-to-social-media-free/
Ou siga o Mauro Segura no http://aquintaonda.blogspot.com/p/o-autor.html
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